quinta-feira, 27 de maio de 2010

Em Portugal, existe um único desporto.

Como não sou de Portugal, eu cresci com uma cultura diferente do que a dos portugueses e noto bastantes diferenças. Uma das principais diferenças é em relação ao desporto.
Nos Estados Unidos, valorizam bastante o desporto mas não é só uma modalidade em si. Valorizam os 3 desportos mais praticados: o basebol, futebol americano e basquetebol. Mas também dão algum valor aos outros, como por exemplo: o futebol, o andebol e também o ténis. Cá em Portugal, parece que só dão valor ao futebol. Têm um jornal próprio para o futebol, têm programas de televisão especiais para relatar os jogos de futebol e até têm programas de rádio para relatar e debater os jogos de futebol. Acho isto ridículo! Portugal tem tantos jogadores (tanto masculinos como femininos) de basquetebol, andebol, voleibol, rugby, etc... E preocupam-se mais com o futebol e com os seus jogadores, que na minha opinião a maioria não são muito talentosos, quando têm tanto talento no seu país!
Passo a dar o seguinte exemplo: A equipa de voleibol e a equipa de basquetebol do Colégio ganhou as Nacionais do Desporto Escolar e vão em Junho a França para participar nas Internacionais. Não ouvi essa notícia no rádio, nem na televisão, nem apareceu nos jornais.
Acho que devíamos ter jornais e programas de televisão e rádio não só para relatar os jogos de futebol mas também para as outras modalidades desportivas. Portugal, o futebol não é o único desporto que existe.

terça-feira, 20 de abril de 2010

ah em oh errr.

Se eu te disser que, nestes últimos dois meses continuas a ser tão importante para mim como eras no dia que nos conhecemos, eu estaria a mentir.
Ao passar cada dia ao teu lado, comecei lentamente a construir minha vida ao teu redor. Cada dia que passava, dava-te mais importância. Lentamente, apercebi-me que estava a apaixonar-me por ti. Tornaste-te a principal razão para as coisas que eu digo e faço. Quando consigo vencer os meus medos e conquistar os meus obstáculos, eu tenho-te a ti para agradecer por isso. Aprendi muito contigo. Eu tornei-me numa pessoa melhor graças a ti. Eu fiquei mais inteligente e mais forte e ainda mais amável, mas mais importante, fiquei ainda mais feliz.
Dizem que quando se está apaixonada, é difícil ficar longe da pessoa que amamos.
Eu acho que também é quando essa pessoa faz-te realmente feliz e quando conseguem mudar a tua vida como nunca ninguém fez.

Alex Miranda dos Santos, eu amo-te.

sábado, 17 de abril de 2010

i suck,

Todas as pessoas que conheço têm pelo menos um dom. Por exemplo, a minha melhor amiga Elisa é boa a natação e ginástica, faz pulseiras mesmo lindas e canta bem. A minha melhor amiga Gabi tem três anos a menos que eu e ela consegue tocar bateria melhor do que qualquer pessoa que conheço. O Pedro consegue tocar guitarra como um DEUS! Mesmo quando fazem algo que não costumam fazer, conseguem fazê-lo bem! São úteis em qualquer situação.
Eu tenho dezasseis anos. Já tive aulas de guitarra, já tive aulas de francês, já tive aulas de desenho e aulas de música. Tentaram ensinar-me a andar de skate durante 6 meses e estou agora a aprender, já durante 7 meses, a jogar basquetebol. Mas essas aulas e ensaios não valeram muito a pena. Pois, não sou boa nem a tocar guitarra ou a falar francês, nem a desenhar e ainda não consigo ler uma pauta de música. Só consigo andar para a frente e cair no skate e, mesmo passado 7 meses, não consigo marcar um triplo e quando marco é pura sorte. Não sou útil aliás, muito pelo contrário, não consigo ajudar ninguém. Se conseguir fazer algo, é apenas piorar a situação ou então ficar de lado e observar o talento daqueles que me rodeiam.
Nem consigo fazer as coisas mais simples e comuns. Não consigo mandar bons arrotos, tenho uma memória horrível e não consigo lembrar-me de piadas, quando tento ter piada acabo por enterrar-me e até quando faço faltas nos jogos são pelas razões mais estúpidas!

Pela primeira vez, eu gostava de ser boa em alguma coisa. Qualquer coisa!

terça-feira, 6 de abril de 2010

catorze.

és tão especial para mim. tenho medo de fazer merda e estragar tudo entre nós. eu amo-te e quero que isto dure para sempre.






é tão simples quanto isso.

segunda-feira, 8 de março de 2010

homesick.

Quero ir para casa. Não gosto deste lugar.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

a morte,

Entrei na sala, onde se encontrava a minha avó a olhar pela janela com um olhar pensativo.

"Estás a pensar em quê, avó?"

Ela estava tão distante que nem me ouviu. Nem se quer se mexeu quando a minha voz bruta quebrou o silêncio melancólico que preenchia a sala.

"Avó?"

Ela dá um salto e vira-se para mim com cara de espanto.

"Ah, desculpa não te vi. Diz filha, diz."

Eu sorri. Sempre gostei quando ela me tratasse por 'filha'. Pois, tinha um sentido especial. Ela criou-me desde pequena e conhece todo o meu ser de cor, cada célula que me constitui. O meu pai trata-me por filha e a minha mãe também. Pois, são os meus pais e eu sou filha deles. Chamam-me por tal apenas porque sou o resultado da junção dos seus cromossomas. A única digna de me tratar por filha é a minha avó.

"Estavas a pensar em quê?"

Ela desvia o olhar para a janela, onde se encontrava anteriormente.

"Na morte."

"Na morte, avó?"

"Sabes filha, já não sou nova. Tenho mais de 70 anos. Eu penso na morte porque eu sinto-a. Sinto a sua presença espalhada por esta casa. Ás vezes, quando sinto uma dor, por mais pequenina que ela seja, fico com medo. Começo a pensar que já é a minha vez. Nunca sabemos quando é que vamos morrer. Pode ser hoje, amanhã, daqui a duas semanas. Até pode ser daqui a 10 minutos. Como eu sei que o meu tempo está a aproximar-se mas não sei quando precisamente, penso na morte. Penso naquilo que mais me persegue."

Foram estas as palavras que deixaram-me estupefacta. Olhei para a minha avó e pela primeira vez vi uma senhora de 70 anos. Pela primeira vez vi as suas rugas, os seus cabelos brancos e o seu ar cansado. Foi aí que apercebi-me verdadeiramente que a sua morte estava a aproximar-se. Assustei-me. Sempre que olhara para a minha avó, via uma mulher cheia de força, de poder. Bem, sempre vi uma Super Mulher. Já pensei para mim milhares de vezes: "Ela está a ficar mais idosa. Um dia destes... vai morrer." Não quero parecer insensível mas quando pensava assim, não me perturbava muito porque eu já pensava assim desde os 10 anos e a minha mente foi aceitando... Mas hoje perturbou e bastante. Tentei imaginar a minha avó numa caixão. Imóvel, calma, calada... morta. Não consegui. Lágrimas caíram dos meus olhos e revoltada e confusa, fui para o meu quarto.

Não consigo entender. Todos os dias olhamos para pessoas idosas desconhecidas e aceitamos o facto da sua morte estar por perto. Mas quando olhamos para alguém conhecido, para alguém que nós amamos... não conseguimos aceitar. Porquê? Porque é que perturba-nos assim tanto? Estive a pensar o dia todo nisso e nem estou perto de uma resposta. Só sei que agora acho que nunca estive com mais medo de perder alguém.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

green eyes

"Honey you are a rock, upon which I stand. And I come here to talk, I hope you understand. The green eyes, yeah the spotlight, shines upon you. And how could anybody deny you? I came here with a load and it feels so much lighter now I've met you. And honey you should know that I could never go on without you."


Posso passar altas vergonhas à tua frente e não gozas comigo. Depois de dizer "temos mesmo que ir embora", demoramos uns bons 5 minutos a despedir-nos. 40 minutos contigo parecem ser 5. Continuas a achar-me linda mesmo que esteja equipada, com o cabelo amarrado. Fazes-me rir não porque dizes coisas parvas, mas porque tens mesmo piada. Enquanto outros rapazes apalpam cús, tu apalpas-me as costas. Ligas-me todos os dias e lembras-me que gostas de mim e de estar comigo. Fazes-me sentir bem. Obrigada.
Gosto de ti meu Babana. :$